Carga extra para um periférico como o meu 3GS que só é usado em duas situações (por tudo e por nada

) dá um jeitão.
Observem o universo paralelo dos veículos eléctrico, com toda a gente atrapalhada por causa da autonomia. É que este é um daqueles factores fundamentais para qq aparato eléctrico; pode funcionar bem ou mal mas só funciona carregado.
Por outro lado, embora a autonomia do iPhone 4 tenha sido revista por cima, ainda assim não é confiável sair de casa por um dia ou dois sem levar carregador. Pelo menos se vamos dar-lhe trabalho para fazer.
Assim, um sistema simples como este pode resolver, ou pelo menos contornar essa questão.
Sobre o viciar das baterias... a realidade é que todas viciarão inevitavelmente. Umas ao fim de 200 ciclos já só têm 90% da capacidade absoluta, outras ao fim de 2000 ciclos ainda têm 95% ou mais. Tudo depende da tecnologia lá metida. As novas baterias da A123 que os Tesla vão trazer pertencem a estas ultimas, até há uns anos a Nokia só tinha das primeiras. Por isso é que há telemóveis que custam 20 euros e carros que custarão 70000 euros (já vos estou a provocar o suficiente

)
É que aqui, o importante não vai ser o viciar, quanto a isso só podemos esperar que as baterias durem mais que o tempo de vida do iPhone (e tenho fortes razões para crer que sim) mas ambas as baterias terem a mesma voltagem e serem da mesma tecnologia e idealmente serem manuseadas por quem sabe. Isto de ter duas baterias diferentes sem controlador pode dar raia durante os ciclos de carga, descarga, carga, descarga.
mas para que não haja nenhum battery-gate este tem uma solução tão simples que até parece mentira: nunca colocar uma bateria carregada com a outra descarregada (mesmo que parcialmente) e carregar sempre ao máximo, se possivel separado. a menos que a capa traga um controlador (que duvido imenso).